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dc.contributor.advisorGanen, Aline de Pianoen_US
dc.contributor.authorTanajura, Júlia Cardosoen_US
dc.date.accessioned2026-06-01T19:18:22Z-
dc.date.available2026-06-01T19:18:22Z-
dc.date.issued2025-
dc.identifier.citationTANAJURA, Júlia Cardoso. Análise de pictogramas de alimentos para uso em comunicação aumentativa e alternativa (CAA) no Brasil. São Paulo, 2025. 98 p. Dissertação (Mestrado em Nutrição do Nascimento à Adolescência) - Centro Universitário São Camilo, São Paulo, 2025.en_US
dc.identifier.urihttp://repo.saocamilo-sp.br:8080/jspui/handle/123456789/2509-
dc.description.abstractA Comunicação Aumentativa e Alternativa (CAA) compreende estratégias que ampliam a comunicação de indivíduos com dificuldades de fala e linguagem. Este estudo teve como objetivo analisar e adaptar pictogramas alimentares da plataforma Portal Aragonês de Comunicação Aumentativa e Alternativa (ARASAAC), visando enriquecer os recursos visuais utilizados em estratégias nutricionais voltadas à promoção da alimentação saudável. Realizou-se uma consulta sistematizada ao banco de dados da ARAASAC (2025) de pictogramas alimentares e categorização alimentar. Elaborou-se uma tabela com os alimentos pictografados, cujos itens foram classificados conforme os critérios da classificação NOVA, que agrupa os alimentos de acordo com seu grau de processamento. O modelo base para a elaboração da tabela foi o Questionário de Frequência Alimentar NOVA, disponível na plataforma [QuestNova]. Com a lista de alimentos estruturada, os pictogramas correspondentes da ARAASAC foram submetidos a uma análise qualitativa descritiva, com base nos seguintes critérios: presença ou ausência do pictograma na biblioteca; adequação da ilustração à forma de consumo comum no Brasil; necessidade de adaptação visual ou conceitual; relação com marcas ou estéticas associadas à ocidentalização do paladar. Por fim, foi realizada uma pesquisa sobre os itens que compõem a cesta básica brasileira, conforme dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, com o objetivo de verificar se todos esses alimentos estavam representados no Questionário de Frequência Alimentar NOVA e se havia pictogramas correspondentes na ARAASAC. A partir dessa análise, foi construída uma biblioteca de pictogramas adaptados e, como produto final, foi desenvolvido um e-book com foco nesses pictogramas alimentares adaptados, destinado a apoiar a construção de práticas alimentares mais acessíveis e inclusivas. Os resultados apontaram uma predominância de pictogramas associados a alimentos ultraprocessados e uma escassa representação de alimentos culturalmente típicos, reforçando a necessidade de adaptação para o contexto brasileiro. Embora o estudo atenda, especialmente, crianças com dificuldades de comunicação, como aquelas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), seu foco está na utilização dos pictogramas como ferramenta acessível de educação alimentar e nutricional.en_US
dc.description.abstractA Comunicação Aumentativa e Alternativa (CAA) compreende estratégias que ampliam a comunicação de indivíduos com dificuldades de fala e linguagem. Este estudo teve como objetivo analisar e adaptar pictogramas alimentares da plataforma Portal Aragonês de Comunicação Aumentativa e Alternativa (ARASAAC), visando enriquecer os recursos visuais utilizados em estratégias nutricionais voltadas à promoção da alimentação saudável. Realizou-se uma consulta sistematizada ao banco de dados da ARAASAC (2025) de pictogramas alimentares e categorização alimentar. Elaborou-se uma tabela com os alimentos pictografados, cujos itens foram classificados conforme os critérios da classificação NOVA, que agrupa os alimentos de acordo com seu grau de processamento. O modelo base para a elaboração da tabela foi o Questionário de Frequência Alimentar NOVA, disponível na plataforma [QuestNova]. Com a lista de alimentos estruturada, os pictogramas correspondentes da ARAASAC foram submetidos a uma análise qualitativa descritiva, com base nos seguintes critérios: presença ou ausência do pictograma na biblioteca; adequação da ilustração à forma de consumo comum no Brasil; necessidade de adaptação visual ou conceitual; relação com marcas ou estéticas associadas à ocidentalização do paladar. Por fim, foi realizada uma pesquisa sobre os itens que compõem a cesta básica brasileira, conforme dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, com o objetivo de verificar se todos esses alimentos estavam representados no Questionário de Frequência Alimentar NOVA e se havia pictogramas correspondentes na ARAASAC. A partir dessa análise, foi construída uma biblioteca de pictogramas adaptados e, como produto final, foi desenvolvido um e-book com foco nesses pictogramas alimentares adaptados, destinado a apoiar a construção de práticas alimentares mais acessíveis e inclusivas. Os resultados apontaram uma predominância de pictogramas associados a alimentos ultraprocessados e uma escassa representação de alimentos culturalmente típicos, reforçando a necessidade de adaptação para o contexto brasileiro. Embora o estudo atenda, especialmente, crianças com dificuldades de comunicação, como aquelas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), seu foco está na utilização dos pictogramas como ferramenta acessível de educação alimentar e nutricional.en_US
dc.language.isopt_BRen_US
dc.publisherCentro Universitário São Camiloen_US
dc.subjectauxiliares de comunicação para pessoas com deficiênciaen_US
dc.subjectcomunicação visualen_US
dc.subjectrecursos audiovisuaisen_US
dc.subjecttranstorno do espectro autistaen_US
dc.titleAnálise de pictogramas de alimentos para uso em comunicação aumentativa e alternativa (CAA) no Brasilen_US
dc.typetesesen_US
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