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Título: Análise de pictogramas de alimentos para uso em comunicação aumentativa e alternativa (CAA) no Brasil
Autor(es): Ganen, Aline de Piano
Tanajura, Júlia Cardoso
Palavras-chave: auxiliares de comunicação para pessoas com deficiência
comunicação visual
recursos audiovisuais
transtorno do espectro autista
Data do documento: 2025
Editor: Centro Universitário São Camilo
Citação: TANAJURA, Júlia Cardoso. Análise de pictogramas de alimentos para uso em comunicação aumentativa e alternativa (CAA) no Brasil. São Paulo, 2025. 98 p. Dissertação (Mestrado em Nutrição do Nascimento à Adolescência) - Centro Universitário São Camilo, São Paulo, 2025.
Resumo: A Comunicação Aumentativa e Alternativa (CAA) compreende estratégias que ampliam a comunicação de indivíduos com dificuldades de fala e linguagem. Este estudo teve como objetivo analisar e adaptar pictogramas alimentares da plataforma Portal Aragonês de Comunicação Aumentativa e Alternativa (ARASAAC), visando enriquecer os recursos visuais utilizados em estratégias nutricionais voltadas à promoção da alimentação saudável. Realizou-se uma consulta sistematizada ao banco de dados da ARAASAC (2025) de pictogramas alimentares e categorização alimentar. Elaborou-se uma tabela com os alimentos pictografados, cujos itens foram classificados conforme os critérios da classificação NOVA, que agrupa os alimentos de acordo com seu grau de processamento. O modelo base para a elaboração da tabela foi o Questionário de Frequência Alimentar NOVA, disponível na plataforma [QuestNova]. Com a lista de alimentos estruturada, os pictogramas correspondentes da ARAASAC foram submetidos a uma análise qualitativa descritiva, com base nos seguintes critérios: presença ou ausência do pictograma na biblioteca; adequação da ilustração à forma de consumo comum no Brasil; necessidade de adaptação visual ou conceitual; relação com marcas ou estéticas associadas à ocidentalização do paladar. Por fim, foi realizada uma pesquisa sobre os itens que compõem a cesta básica brasileira, conforme dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, com o objetivo de verificar se todos esses alimentos estavam representados no Questionário de Frequência Alimentar NOVA e se havia pictogramas correspondentes na ARAASAC. A partir dessa análise, foi construída uma biblioteca de pictogramas adaptados e, como produto final, foi desenvolvido um e-book com foco nesses pictogramas alimentares adaptados, destinado a apoiar a construção de práticas alimentares mais acessíveis e inclusivas. Os resultados apontaram uma predominância de pictogramas associados a alimentos ultraprocessados e uma escassa representação de alimentos culturalmente típicos, reforçando a necessidade de adaptação para o contexto brasileiro. Embora o estudo atenda, especialmente, crianças com dificuldades de comunicação, como aquelas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), seu foco está na utilização dos pictogramas como ferramenta acessível de educação alimentar e nutricional.
A Comunicação Aumentativa e Alternativa (CAA) compreende estratégias que ampliam a comunicação de indivíduos com dificuldades de fala e linguagem. Este estudo teve como objetivo analisar e adaptar pictogramas alimentares da plataforma Portal Aragonês de Comunicação Aumentativa e Alternativa (ARASAAC), visando enriquecer os recursos visuais utilizados em estratégias nutricionais voltadas à promoção da alimentação saudável. Realizou-se uma consulta sistematizada ao banco de dados da ARAASAC (2025) de pictogramas alimentares e categorização alimentar. Elaborou-se uma tabela com os alimentos pictografados, cujos itens foram classificados conforme os critérios da classificação NOVA, que agrupa os alimentos de acordo com seu grau de processamento. O modelo base para a elaboração da tabela foi o Questionário de Frequência Alimentar NOVA, disponível na plataforma [QuestNova]. Com a lista de alimentos estruturada, os pictogramas correspondentes da ARAASAC foram submetidos a uma análise qualitativa descritiva, com base nos seguintes critérios: presença ou ausência do pictograma na biblioteca; adequação da ilustração à forma de consumo comum no Brasil; necessidade de adaptação visual ou conceitual; relação com marcas ou estéticas associadas à ocidentalização do paladar. Por fim, foi realizada uma pesquisa sobre os itens que compõem a cesta básica brasileira, conforme dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, com o objetivo de verificar se todos esses alimentos estavam representados no Questionário de Frequência Alimentar NOVA e se havia pictogramas correspondentes na ARAASAC. A partir dessa análise, foi construída uma biblioteca de pictogramas adaptados e, como produto final, foi desenvolvido um e-book com foco nesses pictogramas alimentares adaptados, destinado a apoiar a construção de práticas alimentares mais acessíveis e inclusivas. Os resultados apontaram uma predominância de pictogramas associados a alimentos ultraprocessados e uma escassa representação de alimentos culturalmente típicos, reforçando a necessidade de adaptação para o contexto brasileiro. Embora o estudo atenda, especialmente, crianças com dificuldades de comunicação, como aquelas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), seu foco está na utilização dos pictogramas como ferramenta acessível de educação alimentar e nutricional.
URI: http://repo.saocamilo-sp.br:8080/jspui/handle/123456789/2509
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