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Título: Alterações neurobiológicas induzidas por psicodélicos: mecanismos e terapêutica aplicados ao transtorno depressivo maior
Autor(es): Xylaras, Beatriz Duarte Palma
Aranha, Ester Guimarães
Montanari, Giovanna Marinho
Palavras-chave: Dietilamida do ácido lisérgico
N,N-Dimetiltriptamina
N-Metil-3,4-Metilenodioxianfetamina
Psilocibina
Receptores de serotonina
Data do documento: 2024
Editor: Centro Universitário São Camilo
Citação: ARANHA, Ester Guimarães; MONTANARI, Giovanna Marinho. Alterações neurobiológicas induzidas por psicodélicos/ mecanismos e terapêutica aplicados ao transtorno depressivo maior. São Paulo, 2024. 26 p. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação de Biomedicina) - Centro Universitário São Camilo, São Paulo, 2024.
ARANHA, Ester Guimarães; MONTANARI, Giovanna Marinho. Alterações neurobiológicas induzidas por psicodélicos/ mecanismos e terapêutica aplicados ao transtorno depressivo maior. São Paulo, 2024. 26 p. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação de Biomedicina) - Centro Universitário São Camilo, São Paulo, 2024.
Resumo: Considerando as limitações do tratamento com antidepressivos do Transtorno Depressivo Maior (TDM), os psicodélicos emergiram como uma potencial forma de tratamento rápido. Dessa forma, objetiva-se compreender se esses agentes são alvos de estudo embasado para o tratamento da TDM, sob a luz das alterações neurobiológicas induzidas pelos psicodélicos, seus mecanismos e possível terapêutica dessas substâncias. Foi realizado um levantamento bibliográfico na literatura científica, além de livros especializados e pesquisas atualizadas em bases de dados. Os psicodélicos Psilocibina, Dimetiltriptamina (DMT), Dietilamida do Ácido Lisérgico (LSD) e 3-4- Metilenodioximetanfetamina (MDMA) compartilham mecanismos de ação similares, envolvendo sistemas serotoninérgicos, mas com particularidades específicas. A Psilocibina altera a hiperatividade do córtex pré-frontal medial, ativa receptores AMPA e aumenta o glutamato, induzindo estados afetivos positivos. O DMT promove plasticidade sináptica, melhora a cognição e apresenta efeitos antidepressivos via agonismo do receptor 5-HT2A e aumento de monoaminas sinápticas. O LSD tem ação inclusive no receptor sigma-1 e altera a conectividade cerebral, o que contribui para seus efeitos antidepressivos. O MDMA também atua em receptores muscarínicos e histamínicos, aumentando níveis de serotonina, norepinefrina e dopamina, apresentando efeitos antidepressivos em altas doses. Esses psicodélicos são alvos promissores para o tratamento do TDM devido às suas rápidas e duradouras alterações neurobiológicas, principalmente com a promoção da neuroplasticidade, modificação da conectividade cerebral e modulação de neurotransmissores, oferecendo potencial terapêutico para o TDM.
URI: http://repo.saocamilo-sp.br:8080/jspui/handle/123456789/2241
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