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dc.contributor.authorOgawa, Kamila Yuki Loporchioen_US
dc.contributor.authorFrigeri, Larissa Bigliaen_US
dc.contributor.authorDiniz, Jaqueline Spoldarien_US
dc.contributor.authorFerreira, Claudia Adriana Sant’Annaen_US
dc.date.accessioned2024-12-12T13:58:59Z-
dc.date.available2024-12-12T13:58:59Z-
dc.date.issued2009-
dc.identifier.citationOGAWA, Kamila Yuki Loporchio et al. Intervenção fisioterapêutica nas emergências cardiorrespiratórias. O Mundo da Saúde, São Paulo, v. 33, n. 4, p. 457-466, out./dez. 2009.en_US
dc.identifier.issn1980-3990-
dc.identifier.urihttp://repo.saocamilo-sp.br:8080/jspui/handle/123456789/2231-
dc.description.abstractO serviço de emergência é a porta de entrada do paciente no hospital. A primeira especialidade de Fisioterapia nessa área teve início no Hospital São Paulo - UNIFESP, em 2007. A atuação do fisioterapeuta nesse setor proporciona um atendimento mais rápido e eficiente, reduz o tempo de intubação, de ventilação mecânica, de complicações respiratórias e diminui o tempo de internação hospitalar. Os objetivos deste estudo foram avaliar a frequência dos atendimentos fisioterapêuticos em uma unidade de emergência de um hospital público e analisar os procedimentos realizados, o perfil do paciente atendido, o tempo de permanência no setor e sua evolução. Foi um estudo prospectivo, transversal e observacional, realizado no período de maio a junho de 2009, para o qual foram acompanhados todos os pacientes que deram entrada no Serviço de Emergência do Hospital São Paulo/UNIFESP, com problemas pulmonares e cardiovasculares. Este estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética e Pesquisa do Centro Universitário São Camilo, parecer n. 054/09. Foram avaliados 192 pacientes, com idade média de 65 anos, sendo 51% do sexo feminino. Os diagnósticos de entrada mais frequentes foram precordialgia em 35 (18%) casos, pneumonia em 29 (15%) casos e Insuficiência cardíaca congestiva descompensada em 20 (10%) casos. A maioria dos pacientes (64%) permaneceu menos de 24 horas na sala de emergência. Dos 192 pacientes, 109 (57%) tiveram acompanhamento fisioterapêutico, 77 pacientes (40%) necessitaram de oxigenoterapia, 24 (12,5%) de ventilação mecânica invasiva, 34 (18%) utilizaram ventilação não-invasiva, 50 pacientes (26%) realizaram fisioterapia respiratória, 83 (43%) não realizaram nenhum procedimento de fisioterapia e 30 (15,5%) foram submetidos à intubação orotraqueal. Em relação à evolução, observamos que 35% foram transferidos para a UTI, 29%, para a enfermaria, 25% tiveram alta hospitalar e 11% foram a óbito. Diante desses dados verificamos que o atendimento de Fisioterapia em setores de emergência ainda é pequeno, porém existe uma grande demanda de pacientes com problemas respiratórios e cardiovasculares graves que podem se beneficiar dessa especialidade, que hoje é uma importante área de atuação a ser explorada.en_US
dc.publisherCentro Universitário São Camiloen_US
dc.relation.ispartofO Mundo da Saúdeen_US
dc.subjectFisioterapia em emergênciaen_US
dc.subjectComplicações cardiorrespiratóriaen_US
dc.subjectPronto atendimentoen_US
dc.titleIntervenção fisioterapêutica nas emergências cardiorrespiratóriasen_US
dc.title.alternativePhysiotherapeutic intervention in cardiorespiratory emergenciesen_US
dc.typeartigoen_US
dc.identifier.doi10.15343/0104-7809.20094457466-
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