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http://repo.saocamilo-sp.br:8080/jspui/handle/123456789/2231
Título: | Intervenção fisioterapêutica nas emergências cardiorrespiratórias |
Título(s) alternativo(s): | Physiotherapeutic intervention in cardiorespiratory emergencies |
Autor(es): | Ogawa, Kamila Yuki Loporchio Frigeri, Larissa Biglia Diniz, Jaqueline Spoldari Ferreira, Claudia Adriana Sant’Anna |
Palavras-chave: | Fisioterapia em emergência Complicações cardiorrespiratória Pronto atendimento |
Data do documento: | 2009 |
Editor: | Centro Universitário São Camilo |
Citação: | OGAWA, Kamila Yuki Loporchio et al. Intervenção fisioterapêutica nas emergências cardiorrespiratórias. O Mundo da Saúde, São Paulo, v. 33, n. 4, p. 457-466, out./dez. 2009. |
Resumo: | O serviço de emergência é a porta de entrada do paciente no hospital. A primeira especialidade de Fisioterapia nessa área teve início no Hospital São Paulo - UNIFESP, em 2007. A atuação do fisioterapeuta nesse setor proporciona um atendimento mais rápido e eficiente, reduz o tempo de intubação, de ventilação mecânica, de complicações respiratórias e diminui o tempo de internação hospitalar. Os objetivos deste estudo foram avaliar a frequência dos atendimentos fisioterapêuticos em uma unidade de emergência de um hospital público e analisar os procedimentos realizados, o perfil do paciente atendido, o tempo de permanência no setor e sua evolução. Foi um estudo prospectivo, transversal e observacional, realizado no período de maio a junho de 2009, para o qual foram acompanhados todos os pacientes que deram entrada no Serviço de Emergência do Hospital São Paulo/UNIFESP, com problemas pulmonares e cardiovasculares. Este estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética e Pesquisa do Centro Universitário São Camilo, parecer n. 054/09. Foram avaliados 192 pacientes, com idade média de 65 anos, sendo 51% do sexo feminino. Os diagnósticos de entrada mais frequentes foram precordialgia em 35 (18%) casos, pneumonia em 29 (15%) casos e Insuficiência cardíaca congestiva descompensada em 20 (10%) casos. A maioria dos pacientes (64%) permaneceu menos de 24 horas na sala de emergência. Dos 192 pacientes, 109 (57%) tiveram acompanhamento fisioterapêutico, 77 pacientes (40%) necessitaram de oxigenoterapia, 24 (12,5%) de ventilação mecânica invasiva, 34 (18%) utilizaram ventilação não-invasiva, 50 pacientes (26%) realizaram fisioterapia respiratória, 83 (43%) não realizaram nenhum procedimento de fisioterapia e 30 (15,5%) foram submetidos à intubação orotraqueal. Em relação à evolução, observamos que 35% foram transferidos para a UTI, 29%, para a enfermaria, 25% tiveram alta hospitalar e 11% foram a óbito. Diante desses dados verificamos que o atendimento de Fisioterapia em setores de emergência ainda é pequeno, porém existe uma grande demanda de pacientes com problemas respiratórios e cardiovasculares graves que podem se beneficiar dessa especialidade, que hoje é uma importante área de atuação a ser explorada. |
URI: | http://repo.saocamilo-sp.br:8080/jspui/handle/123456789/2231 |
ISSN: | 1980-3990 |
Aparece nas coleções: | Artigos de Periódicos |
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Kamila Yuki Loporchio Ogawa - Intervenção fisioterapêutica nas emergências cardiorrespiratórias.pdf | 426.62 kB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir |
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