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    <title>DSpace Coleção:</title>
    <link>http://repo.saocamilo-sp.br:8080/jspui/handle/123456789/226</link>
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    <pubDate>Tue, 25 Aug 2026 16:56:59 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-08-25T16:56:59Z</dc:date>
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      <title>Conceito de violência alimentar e sua abordagem na saúde: desenvolvimento de um manual educativo digital</title>
      <link>http://repo.saocamilo-sp.br:8080/jspui/handle/123456789/2519</link>
      <description>Título: Conceito de violência alimentar e sua abordagem na saúde: desenvolvimento de um manual educativo digital
Autor(es): Monteiro, Juliana Martins
Resumo: A violência alimentar na infância e adolescência é uma forma negligenciada de abuso que impacta profundamente o desenvolvimento físico, emocional e social de crianças e adolescentes. Apesar de sua relevância para a saúde pública, esse fenômeno permanece frequentemente subdiagnosticado e insuficientemente abordado na formação dos profissionais da área da saúde. Diante disso, está dissertação teve como objetivo desenvolver um e-book educativo destinado a graduandos e residentes da área da saúde, com a finalidade de apresentar o conceito de violência alimentar e orientar sua identificação e enfrentamento na prática profissional. Para fundamentar o material, foi realizada uma revisão integrativa da literatura, contemplando estudos indexados nas bases de dados PubMed, SciELO e Biblioteca Virtual em Saúde. A estratégia de busca utilizou descritores em inglês combinados por operadores booleanos, incluindo termos relacionados à violência alimentar, práticas alimentares, crianças e adolescentes, educação em saúde e formação de profissionais de saúde Foram incluídos estudos publicados nos últimos 15 anos, disponíveis em inglês, português ou espanhol, que abordassem violência alimentar ou práticas alimentares adequadas em crianças e adolescentes, com ênfase em consequências para a saúde ou estratégias de prevenção e enfrentamento. Foram considerados elegíveis artigos originais, revisões sistemáticas, revisões integrativas e documentos de organizações internacionais com fundamentação científica. Foram excluídos estudos voltados exclusivamente à população adulta, publicações sem acesso ao texto completo, duplicatas, relatos de caso isolados, editoriais de opinião e resumos de congresso sem dados completos. As referências selecionadas foram submetidas à extração de dados e análise crítica, permitindo a sistematização das evidências que subsidiaram a elaboração do e-book, estruturado em cinco capítulos progressivos sobre fundamentos conceituais, implicações clínicas e estratégias de prevenção e intervenção, articulando perspectivas da saúde, dos direitos humanos e da formação profissional.; A violência alimentar na infância e adolescência é uma forma negligenciada de abuso que impacta profundamente o desenvolvimento físico, emocional e social de crianças e adolescentes. Apesar de sua relevância para a saúde pública, esse fenômeno permanece frequentemente subdiagnosticado e insuficientemente abordado na formação dos profissionais da área da saúde. Diante disso, está dissertação teve como objetivo desenvolver um e-book educativo destinado a graduandos e residentes da área da saúde, com a finalidade de apresentar o conceito de violência alimentar e orientar sua identificação e enfrentamento na prática profissional. Para fundamentar o material, foi realizada uma revisão integrativa da literatura, contemplando estudos indexados nas bases de dados PubMed, SciELO e Biblioteca Virtual em Saúde. A estratégia de busca utilizou descritores em inglês combinados por operadores booleanos, incluindo termos relacionados à violência alimentar, práticas alimentares, crianças e adolescentes, educação em saúde e formação de profissionais de saúde Foram incluídos estudos publicados nos últimos 15 anos, disponíveis em inglês, português ou espanhol, que abordassem violência alimentar ou práticas alimentares adequadas em crianças e adolescentes, com ênfase em consequências para a saúde ou estratégias de prevenção e enfrentamento. Foram considerados elegíveis artigos originais, revisões sistemáticas, revisões integrativas e documentos de organizações internacionais com fundamentação científica. Foram excluídos estudos voltados exclusivamente à população adulta, publicações sem acesso ao texto completo, duplicatas, relatos de caso isolados, editoriais de opinião e resumos de congresso sem dados completos. As referências selecionadas foram submetidas à extração de dados e análise crítica, permitindo a sistematização das evidências que subsidiaram a elaboração do e-book, estruturado em cinco capítulos progressivos sobre fundamentos conceituais, implicações clínicas e estratégias de prevenção e intervenção, articulando perspectivas da saúde, dos direitos humanos e da formação profissional.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Concordância da escala brasileira de insegurança alimentar entre pais/responsáveis e adolescentes e associações com a saúde mental dos adolescentes matriculados no ensino médio integrado ao técnico</title>
      <link>http://repo.saocamilo-sp.br:8080/jspui/handle/123456789/2518</link>
      <description>Título: Concordância da escala brasileira de insegurança alimentar entre pais/responsáveis e adolescentes e associações com a saúde mental dos adolescentes matriculados no ensino médio integrado ao técnico
Autor(es): Silva, Natália Carvalho da
Resumo: Introdução: A insegurança alimentar está associada com diversos desfechos na adolescência. Apesar da crescente autonomia dos adolescentes, as evidências têm se baseado nos relatos dos pais/responsáveis, e existem poucos estudos (todos internacionais) comparando diretamente as percepções dos adolescentes e pais/responsáveis sobre a segurança alimentar. O presente estudo teve por objetivo avaliar a concordância (discordância) entre as experiências relatadas por pais/responsáveis e adolescentes sobre a segurança alimentar domiciliar. Metodologia: Pares de pais/responsáveis e adolescentes matriculados em duas escolas técnicas estaduais do município de São Paulo (n = 119; 238 participantes) foram convidados a participar da pesquisa. A insegurança alimentar foi avaliada por meio da Escala Brasileira de Insegurança Alimentar (EBIA). Questões sociodemográficas foram relatadas também por ambos os pais/responsáveis e adolescentes para classificação da amostra. Os adolescentes reportaram oito perguntas sobre saúde mental; incluindo questões relativas à tristeza, irritação, desvalorização da vida, e sofrimento de bullying. Para verificar a concordância entre pais-adolescentes, tabulações cruzadas e coeficiente de Kappa foram calculados, bem como a avaliação item por item por meio da frequência (%) das respostas afirmativas que foram comparadas por meio do teste do qui-quadrado. As análises sobre saúde mental foram verificadas por meio das diferenças entre nível de segurança alimentar e presença de sofrimento psíquico e bullying por meio do teste do qui-quadrado. Todas as análises foram conduzidas no programa RStudio e para todos os testes considerou-se nível de significância de 5% (p&lt;0,05). Resultados: A maioria dos domicílios foi classificada em segurança alimentar por pais (61,34%) e adolescentes (68,07%). Observou-se concordância moderada (k=0,42), com 29,41% de discordância. Pais tenderam a subestimar relatos de insegurança dos adolescentes, enquanto estes, em menor proporção, minimizaram situações mais severas. Houve associações significativas sobretudo nos itens relacionados à preocupação com a falta de alimentos e à redução quantitativa e qualitativa da alimentação. Em relação aos indicadores de saúde mental, 99,16% dos adolescentes, independentemente do nível de segurança alimentar apresentaram algum indicador de sofrimento psíquico e 9,4% relataram sofrer bullying pelo menos 1x nos últimos 30 dias, sendo que 47,06% relataram que a aparência foi motivo de bullying. Conclusão: O estudo demonstrou uma concordância moderada entre os relatos, evidenciando que pais e responsáveis tendem a subestimar a insegurança alimentar vivenciada pelos adolescentes. A elevada prevalência de sofrimento psíquico, independentemente do status de segurança alimentar, aliada à maior exposição ao bullying no grupo em vulnerabilidade, reforça a urgência de estratégias intersetoriais de acolhimento e o reconhecimento do adolescente como informante direto em diagnósticos nutricionais e sociais.; Introdução: A insegurança alimentar está associada com diversos desfechos na adolescência. Apesar da crescente autonomia dos adolescentes, as evidências têm se baseado nos relatos dos pais/responsáveis, e existem poucos estudos (todos internacionais) comparando diretamente as percepções dos adolescentes e pais/responsáveis sobre a segurança alimentar. O presente estudo teve por objetivo avaliar a concordância (discordância) entre as experiências relatadas por pais/responsáveis e adolescentes sobre a segurança alimentar domiciliar. Metodologia: Pares de pais/responsáveis e adolescentes matriculados em duas escolas técnicas estaduais do município de São Paulo (n = 119; 238 participantes) foram convidados a participar da pesquisa. A insegurança alimentar foi avaliada por meio da Escala Brasileira de Insegurança Alimentar (EBIA). Questões sociodemográficas foram relatadas também por ambos os pais/responsáveis e adolescentes para classificação da amostra. Os adolescentes reportaram oito perguntas sobre saúde mental; incluindo questões relativas à tristeza, irritação, desvalorização da vida, e sofrimento de bullying. Para verificar a concordância entre pais-adolescentes, tabulações cruzadas e coeficiente de Kappa foram calculados, bem como a avaliação item por item por meio da frequência (%) das respostas afirmativas que foram comparadas por meio do teste do qui-quadrado. As análises sobre saúde mental foram verificadas por meio das diferenças entre nível de segurança alimentar e presença de sofrimento psíquico e bullying por meio do teste do qui-quadrado. Todas as análises foram conduzidas no programa RStudio e para todos os testes considerou-se nível de significância de 5% (p&lt;0,05). Resultados: A maioria dos domicílios foi classificada em segurança alimentar por pais (61,34%) e adolescentes (68,07%). Observou-se concordância moderada (k=0,42), com 29,41% de discordância. Pais tenderam a subestimar relatos de insegurança dos adolescentes, enquanto estes, em menor proporção, minimizaram situações mais severas. Houve associações significativas sobretudo nos itens relacionados à preocupação com a falta de alimentos e à redução quantitativa e qualitativa da alimentação. Em relação aos indicadores de saúde mental, 99,16% dos adolescentes, independentemente do nível de segurança alimentar apresentaram algum indicador de sofrimento psíquico e 9,4% relataram sofrer bullying pelo menos 1x nos últimos 30 dias, sendo que 47,06% relataram que a aparência foi motivo de bullying. Conclusão: O estudo demonstrou uma concordância moderada entre os relatos, evidenciando que pais e responsáveis tendem a subestimar a insegurança alimentar vivenciada pelos adolescentes. A elevada prevalência de sofrimento psíquico, independentemente do status de segurança alimentar, aliada à maior exposição ao bullying no grupo em vulnerabilidade, reforça a urgência de estratégias intersetoriais de acolhimento e o reconhecimento do adolescente como informante direto em diagnósticos nutricionais e sociais.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://repo.saocamilo-sp.br:8080/jspui/handle/123456789/2518</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Elaboração de um material instrucional para pais e cuidadores de crianças com alergia à proteína do leite de vaca e com dificuldades alimentares</title>
      <link>http://repo.saocamilo-sp.br:8080/jspui/handle/123456789/2517</link>
      <description>Título: Elaboração de um material instrucional para pais e cuidadores de crianças com alergia à proteína do leite de vaca e com dificuldades alimentares
Autor(es): Galvão, Jessé Rodrigues
Resumo: A alergia à proteína do leite de vaca (APLV) é uma das alergias alimentares mais frequentes na infância e caracteriza-se por uma resposta imunológica adversa às proteínas do leite de vaca, podendo ocorrer por mecanismos mediados por imunoglobulina E (IgE), não mediados por IgE ou por mecanismos mistos. A exclusão do leite de vaca e de seus derivados constitui o principal tratamento da condição, porém essa restrição alimentar pode impactar o estado nutricional, reduzir a variedade da dieta e favorecer o desenvolvimento de dificuldades alimentares, como seletividade, neofobia e recusa alimentar. Diante desse cenário, estratégias educativas direcionadas às famílias tornam-se fundamentais para promover uma alimentação segura, equilibrada e diversificada para crianças com APLV. O objetivo deste estudo foi elaborar um manual digital em formato de e-book destinado a pais e cuidadores de crianças com APLV e dificuldades alimentares, contendo orientações práticas para o manejo nutricional e comportamental durante as refeições. A metodologia consistiu em uma revisão integrativa da literatura realizada nas bases PubMed/MEDLINE, SciELO e Biblioteca Virtual em Saúde, incluindo artigos publicados entre 2004 e janeiro de 2026, além de diretrizes e consensos científicos. O desenvolvimento do material ocorreu por meio de uma parceria entre a indústria alimentícia Danone® e o Mestrado Profissional em Nutrição: do Nascimento à Adolescência, do Centro Universitário São Camilo. Como resultado, foi elaborado o e- book intitulado “Guia Alimentar: Estratégias Nutricionais para o Manejo da Alergia à Proteína do Leite de Vaca em crianças com Dificuldades Alimentares”, estruturado em capítulos que abordam conceitos sobre APLV, dificuldades alimentares, estratégias práticas de manejo durante as refeições e sugestões de receitas adaptadas. Conclui- se que materiais educativos baseados em evidências científicas podem auxiliar famílias no manejo da APLV, contribuindo para a ampliação da variedade alimentar e para a promoção de hábitos alimentares mais saudáveis na infância.; A alergia à proteína do leite de vaca (APLV) é uma das alergias alimentares mais frequentes na infância e caracteriza-se por uma resposta imunológica adversa às proteínas do leite de vaca, podendo ocorrer por mecanismos mediados por imunoglobulina E (IgE), não mediados por IgE ou por mecanismos mistos. A exclusão do leite de vaca e de seus derivados constitui o principal tratamento da condição, porém essa restrição alimentar pode impactar o estado nutricional, reduzir a variedade da dieta e favorecer o desenvolvimento de dificuldades alimentares, como seletividade, neofobia e recusa alimentar. Diante desse cenário, estratégias educativas direcionadas às famílias tornam-se fundamentais para promover uma alimentação segura, equilibrada e diversificada para crianças com APLV. O objetivo deste estudo foi elaborar um manual digital em formato de e-book destinado a pais e cuidadores de crianças com APLV e dificuldades alimentares, contendo orientações práticas para o manejo nutricional e comportamental durante as refeições. A metodologia consistiu em uma revisão integrativa da literatura realizada nas bases PubMed/MEDLINE, SciELO e Biblioteca Virtual em Saúde, incluindo artigos publicados entre 2004 e janeiro de 2026, além de diretrizes e consensos científicos. O desenvolvimento do material ocorreu por meio de uma parceria entre a indústria alimentícia Danone® e o Mestrado Profissional em Nutrição: do Nascimento à Adolescência, do Centro Universitário São Camilo. Como resultado, foi elaborado o e- book intitulado “Guia Alimentar: Estratégias Nutricionais para o Manejo da Alergia à Proteína do Leite de Vaca em crianças com Dificuldades Alimentares”, estruturado em capítulos que abordam conceitos sobre APLV, dificuldades alimentares, estratégias práticas de manejo durante as refeições e sugestões de receitas adaptadas. Conclui- se que materiais educativos baseados em evidências científicas podem auxiliar famílias no manejo da APLV, contribuindo para a ampliação da variedade alimentar e para a promoção de hábitos alimentares mais saudáveis na infância.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <title>Impacto do excesso de peso pré-gestacional nos desfechos obstétricos e neonatais em uma unidade de terapia intensiva neonatal na cidade de São Luís/MA</title>
      <link>http://repo.saocamilo-sp.br:8080/jspui/handle/123456789/2516</link>
      <description>Título: Impacto do excesso de peso pré-gestacional nos desfechos obstétricos e neonatais em uma unidade de terapia intensiva neonatal na cidade de São Luís/MA
Autor(es): Quirino, Stefanie Mendes
Resumo: A obesidade materna constitui um dos principais desafios contemporâneos da saúde pública, especialmente no contexto da gestação, devido à sua associação com complicações obstétricas e desfechos neonatais adversos. O aumento progressivo da prevalência de excesso de peso entre mulheres em idade reprodutiva tem repercussões diretas sobre a morbimortalidade perinatal, sobretudo em populações de maior vulnerabilidade clínica, como recém-nascidos internados em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN). Alterações metabólicas, inflamatórias e vasculares relacionadas ao excesso de tecido adiposo podem interferir na função placentária, no crescimento fetal e na adaptação neonatal, configurando um possível fator de risco para óbito neonatal. Nesse contexto, o objetivo desse estudo foi investigar a associação entre excesso de peso materno pré-gestacional e mortalidade neonatal em recém-nascidos admitidos em UTIN de um hospital universitário em São Luis-Maranhão. Trata-se de estudo de coorte retrospectiva, realizado a partir da análise de prontuários de 303 binômios mãe-recém-nascido internados entre janeiro e dezembro de 2024. Foram coletadas variáveis sociodemográficas maternas, complicações obstétricas e dados antropométricos, incluindo peso pré-gestacional, estatura, índice de massa corporal pré-gestacional e ganho de peso gestacional. Dos recém-nascidos, coletaram-se dados antropométricos (peso, comprimento e perímetro cefálico ao nascer), idade gestacional, diagnósticos clínicos e informações sobre condições neonatais, tipo de parto e tempo de internação. A exposição principal foi o excesso de peso materno pré-gestacional, definido por índice de massa corporal = 25 kg/m², categorizado de forma binária (sim/não). O desfecho foi óbito neonatal ocorrido durante a internação na UTIN. Realizou-se análise descritiva das características maternas e neonatais, seguida de análises bivariadas para estimativa das razões de prevalência (RP). Para o desfecho principal, empregou-se regressão de Poisson com variância robusta para obtenção de RP ajustadas por potenciais confundidores maternos pré-gestacionais: faixa etária, escolaridade, cor/etnia e estado civil. A prevalência de excesso de peso pré-gestacional foi de 60,39%. Observou-se maior frequência de síndromes hipertensivas da gestação e infecção do trato urinário entre mulheres com excesso de peso. No âmbito neonatal, destacaram-se maiores prevalências de taquipneia transitória, hipoglicemia e necessidade de ventilação assistida. A mortalidade neonatal foi de 11,22%, sendo significativamente superior entre filhos de mães com excesso de peso (RP bruta = 2,52; IC95%: 1,13–5,62). Após ajuste pelos confundidores maternos, a associação manteve direção positiva, porém com atenuação da magnitude e perda de significância estatística (RP ajustada = 1,99; IC 95%: 0,94–4,23). Os achados sugerem que o excesso de peso materno pré-gestacional contribui para maior carga de morbidade obstétrica e neonatal em recém-nascidos internados em UTIN, com possível repercussão sobre o risco de óbito. A atenuação da associação após ajuste evidencia o papel relevante de determinantes sociodemográficos como fatores de confusão, reforçando a complexidade causal envolvida. Conclui-se que o controle do estado nutricional antes da gestação e o monitoramento adequado do ganho de peso gestacional durante o pré-natal configuram estratégias essenciais para redução de desfechos adversos, especialmente em contextos de alta complexidade assistencial.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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