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    <title>DSpace Coleção:</title>
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    <title>Insegurança alimentar e fatores associados ao desempenho físico de crianças e adolescentes praticantes de atletismo</title>
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    <description>Título: Insegurança alimentar e fatores associados ao desempenho físico de crianças e adolescentes praticantes de atletismo
Autor(es): Valente, Carolina Rubia Martins
Resumo: A insegurança alimentar (IA) no Brasil aumentou significativamente, comprometendo o acesso à alimentação adequada para milhares de famílias, é especialmente preocupante em lares com menores de 18 anos. O desequilíbrio entre as necessidades fisiológicas e a ingestão alimentar é ainda mais alarmante, pois essa faixa etária praticante de atividade física tem maior demanda nutricional e energética. Como o problema da IA é contínuo, imediato, e pouco explorada entre crianças e adolescentes atletas, há uma necessidade urgente de explorar seus impactos no desenvolvimento e desempenho físico dessa população. O objetivo deste estudo foi analisar o consumo energético e nutricional de crianças e adolescentes praticantes de atletismo em condições de IA e a associação com o desempenho físico. A hipótese levantada foi de que a IA poderia impactar negativamente o desempenho físico dos jovens, devido à insuficiência energética e nutricional. Estudo transversal, aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa do Centro Universitário São Camilo (protocolo nº 6.015.141), realizado em Campinas, São Paulo, Brasil, entre junho de 2023 e 2024, com amostra por conveniência composta por crianças e adolescentes (7 a 17 anos) de ambos os sexos e praticantes de atletismo vinculados a um projeto social. A Escala Brasileira de Insegurança Alimentar (EBIA) foi utilizada para mensurar a IA, e o recordatório alimentar de 24 horas (R24h) foi aplicado para análise do consumo energético e nutricional, e foram coletados dados socioeconômicos, antropométricos, de composição corporal e qualidade do sono. O desempenho físico foi avaliado por meio dos seguintes testes: (I) Velocidade de 50 metros (50-M ST); (II) Counter Movement Jump (CMJ); (III) Salto em Distância (HLJ); (IV) Teste de Força de Lançamento (TST); e (V) Squat Jump (SJ). O software Nutrition Data System for Research (NDSR) foi utilizado para análise dos dados do R24h. A análise estatística incluiu modelos de regressão linear multivariada, considerando variáveis como ingestão energética, (in)segurança alimentar e desempenho físico. A amostra foi composta por 187 participantes (73 do sexo feminino e 114 do sexo masculino), com idade média de 12,4 ± 2,77 anos. Dentre eles, 47,6% estavam em situação de IA, sendo 8 grave, 20 moderada e 61 leve. Não foram encontradas diferenças estatisticamente significativas entre os grupos IA, nos resultados dos testes de desempenho físico: SJ, CMJ, HLJ, 50-m ST, e TST (p=&gt;0,05). Da mesma forma, a ingestão diária total de energia e macronutrientes entre os grupos não foi diferente. No entanto, o grupo em IA apresentou menor consumo de gorduras (p=0,030) e proteínas (p=0,047) no almoço. Bem como, a ingestão de proteínas totais pré-treino (p=0,012) e g/kg (p=0,036) e o consumo de carboidratos (%) pós-treino (p=0,029). No modelo de regressão linear, a IA foi associada negativamente com o desempenho no teste HLJ (ß=-0,09; IC 95%: -0,17 a -0,004; p=0,040). Os resultados indicaram que a IA está associada a modificações nos padrões alimentares e pode afetar o desenvolvimento e desempenho esportivo em jovens atletas. Conclui-se que a intervenção nutricional adequada e o apoio social são fundamentais para mitigar os efeitos da IA em jovens atletas.</description>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://repo.saocamilo-sp.br:8080/jspui/handle/123456789/2334">
    <title>Análise da 1ª edição do programa educação alimentar – integrando ciência, escola e saúde</title>
    <link>http://repo.saocamilo-sp.br:8080/jspui/handle/123456789/2334</link>
    <description>Título: Análise da 1ª edição do programa educação alimentar – integrando ciência, escola e saúde
Autor(es): Franchin, Bianca
Resumo: Criado em 2018, “Programa Educação Alimentar - Integrando Ciência, Escola e Saúde” (PEDUCA), oferecido em plataforma virtual, 100% online, tem caráter inovador ao propor a formação de todos os profissionais da educação vinculados às escolas estaduais do Estado de São Paulo (Brasil) sobre alimentação e nutrição como estratégia para implantação de atividades educativas de forma transversal nas escolas para prevenção da obesidade e diminuição de fatores de risco para doenças cardiovasculares. O estudo tem como objetivo analisar os dados da 1ª edição/2020 do PEDUCA. As informações coletadas foram extraídas dos questionários aplicados aos participantes ao longo do Programa. O público-alvo foram professores, de ambos os sexos, vinculados oficialmente à Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, pertencentes ao Quadro de Magistério, de Ensino Fundamental Anos Finais dentre as áreas de Biológicas (educação física e biologia), Humanas (língua portuguesa, artes, língua inglesa e espanhola, filosofia, sociologia, geografia e história) e Exatas (matemática, física e química), com tempo mínimo de realização do PEDUCA de 7 dias. Foi feita análise das respostas obtidas no questionário de caracterização e referente ao conhecimento sobre alimentação saudável antes e depois da etapa de formação. O PEDUCA foi aprovado pelo Comitê de Ética e Pesquisa (parecer nº 3.633.277). A amostra foi composta por 770 professores, representando 30% dos que concluíram a 1ª edição do PEDUCA. A maioria da amostra total foi do sexo feminino (74,3%), raça branca (70,1%), idade 43,7 (11,8) anos, com relato de 17,4% de hipertensão arterial sistêmica e 13,6% obesidade, e índice de massa corporal 26,7 (6,7) kg/m2. O conhecimento sobre alimentação pré- e pós-PEDUCA aumentou em todos os grupos, com a área de Exatas tendo o melhor desempenho. Antes do PEDUCA, apesar de 20,8% dos professores terem formação complementar sobre alimentação, 79,2% desenvolveram ações na escola sobre alimentação, sendo muitos deles sem fundamentação específica e limitado conhecimento de documentos oficiais sobre alimentação escolar. Portanto, o PEDUCA pode vir a contribuir para a formação dos profissionais da área da educação na elaboração de estratégias ludo pedagógicas para fomentar ações em saúde e educação para prevenção da obesidade e doenças cardiovasculares na escola.</description>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://repo.saocamilo-sp.br:8080/jspui/handle/123456789/2124">
    <title>Qualidade alimentar e a presença de insegurança alimentar em lares de crianças na zona rural do Sul em Minas Gerais</title>
    <link>http://repo.saocamilo-sp.br:8080/jspui/handle/123456789/2124</link>
    <description>Título: Qualidade alimentar e a presença de insegurança alimentar em lares de crianças na zona rural do Sul em Minas Gerais
Autor(es): Braga, Marianna da Silva
Resumo: A qualidade da alimentação é influenciada por diversos fatores, entre eles fatores econômicos e geográficos. As áreas rurais são caracterizadas por grande diversidade no padrão socioeconômico. A população dessas regiões está mais próxima aos plantios de frutas e hortaliças, entretanto, nem sempre quem produz os alimentos tem acesso a eles. Trata-se de um estudo transversal, que objetivou avaliar o consumo alimentar de crianças que frequentam escolas públicas das áreas rurais dos municípios de Tocos do Moji e Pouso Alegre, Sul de Minas Gerais. Participaram desse estudo 60 pais/responsáveis por crianças de 5 a 10 anos, matriculados em seis escolas da região. Foi aplicado, via entrevista telefônica, o questionário de marcadores de consumo alimentar do SISVAN, um questionário sobre fatores socioeconômicos, dados antropométricos relatados e a Escala Brasileira de Insegurança Alimentar. Os fatores associados a insegurança alimentar foram avaliados pelo teste Qui-quadrado de Pearson e Exato de Fisher. Os escores de consumo de alimentos saudáveis e não saudáveis foram investigados pelo teste T de Student, comparando a média entre duas categorias ou por meio da Análise de Variância (ANOVA), adotando-se significância de 5%. O projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética sob nº 6.429.963. Apenas 26,67% da amostra consumiu os três tipos de alimentos saudáveis (frutas; legumes e verduras; feijão) no dia anterior. Por outro lado, 81,67% dos escolares consumiram bebidas açucaradas e mais da metade consumiram doces. O menor consumo de alimentos saudáveis se associou a menor escolaridade dos responsáveis e menor renda familiar. Observou-se que as crianças, cujos responsáveis são agricultores, apresentam menor consumo de alimentos in natura em relação às demais crianças. Um ponto de preocupação é a prevalência de excesso de peso (41,93%) entre as crianças. 28 famílias enfrentam algum grau de insegurança alimentar, e a maioria dessas famílias são de agricultores, com renda inferior a um salário-mínimo. O baixo consumo de alimentos saudáveis e o alto consumo de bebidas açucaradas e doces pelas crianças e da zona rural sul mineira destaca desafios nas escolhas alimentares e ressalta a necessidade de intervenções para promover hábitos mais saudáveis desde cedo. Mais estudos abrangentes sobre a alimentação das crianças rurais são necessários para melhor compreensão do problema.</description>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://repo.saocamilo-sp.br:8080/jspui/handle/123456789/2051">
    <title>Efeito da suplementação de óleo de abacate na composição corporal, características de consumo alimentar e índice inflamatório da dieta de adolescentes com obesidade</title>
    <link>http://repo.saocamilo-sp.br:8080/jspui/handle/123456789/2051</link>
    <description>Título: Efeito da suplementação de óleo de abacate na composição corporal, características de consumo alimentar e índice inflamatório da dieta de adolescentes com obesidade
Autor(es): Filizzola, Aline Peres Leite
Resumo: A obesidade é considerada uma doença de etiologia multifatorial, caracterizada por uma condição de inflamação subclínica, que vem atingindo dados alarmantes, principalmente no público infanto-juvenil. A literatura aponta a utilização de compostos bioativos como estratégias nutricionais promissoras no tratamento desta doença. Desta forma, o presente estudo objetivou avaliar o efeito da suplementação do óleo de abacate na composição corporal, marcadores de consumo alimentar e índice inflamatório da dieta de adolescentes com obesidade. Realizou-se o ensaio clínico randomizado, duplo-cego, controlado por placebo em uma clínica escola do município de São Paulo, com 30 adolescentes entre 13 e 19 anos pós púberes. Estes foram divididos em: grupo A (n=09) suplementados com 4 cápsulas/dia contendo 500mg de óleo de abacate = 2g de óleo de abacate; grupo B (n = 12) com 2 cápsulas/dia contendo 500mg de óleo de abacate = 1g de óleo de abacate e grupo C (n=09) com 2 cápsulas/dia contendo 500 mg de óleo mineral – grupo placebo = 1g de óleo mineral. Avaliou-se a massa corporal, estatura, índice de massa corporal, circunferência da cintura e pescoço, pressão arterial, composição corporal pela bioimpedância e por ultrassonografia. O consumo alimentar foi avaliado através do Registro Alimentar de 3 dias – R3D, antes e após suplementação com auxílio do software Nutrition Data System for Research (NDSR)® para conversão dos alimentos e bebidas em nutrientes. Calculou-se o Índice Inflamatório da Dieta (IID) através do software Microsoft Excel® seguindo os critérios previamente estabelecidos Shivappa. Notou-se o aumento do peso corporal do grupo suplementado (1g), bem como redução da resistência, massa extracelular (kg), TMB, água intra (L), água total (L), ACT (água corporal total) massa magra e ACT (água corporal total) peso total. O grupo placebo apresentou redução da resistência, aumento da massa celular corporal, massa magra, TMB, água intra (L), ACT massa magra e ACT peso total. Os três grupos apresentaram alterações relacionadas aos macronutrientes, sendo que os grupos A e C apresentaram valores superiores de ingestão protéica. A ingestão de colesterol dietético e niacina foi maior no grupo C quando comparado ao grupo B. Ademais, verificou-se valores superiores de Zinco no grupo A comparado ao B e de flavonóides no grupo C comparado ao A. Após a intervenção, observou-se que a ingestão de niacina, selênio e ferro foram maiores no grupo C quando comparado ao B. A ingestão de ferro dietético também foi estatisticamente maior no grupo A em relação ao grupo B. Após a intervenção, verificou-se aumento significativo na ingestão de vitamina C no grupo B, enquanto no grupo A houve redução na ingestão de isoflavonas. Por fim, notou-se aumento na ingestão de niacina em todos os grupos. O índice inflamatório da dieta reduziu em todos os grupos estudados após a intervenção. Concluiu-se que apesar das diferenças observadas na composição corporal, consumo alimentar e índice inflamatório da dieta, estas não foram expressivas após a suplementação com óleo de abacate em adolescentes com obesidade.</description>
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